quinta-feira, 2 de junho de 2011

EXPO GESTÃO 2011

Alex Atala

Alex Atala
Tema: Inovação, Criatividade, Excelência em Servir.
Palestra: A Receita de Gestão do Melhor Chefe
da América Latina.
Dia 09 de junho de 201114h
Fundador do Restaurante DOM, Chefe de Cozinha.
Tudo começou na década de 1980. Do alto de seus 18 anos, um arrojado Alex Atala seguiu seu sonho de adolescência: conhecer a Europa, com a mochila nas costas e, no coração, a vontade de ganhar o mundo. Para manter-se, começou a trabalhar como pintor de paredes. Para permanecer na Europa, porém, precisava de um visto; e, para obtê-lo, tinha de criar algum vínculo. Foi assim que, aos 19 anos, inscreveu-se em um curso de gastronomia, na Bélgica. E foi assim também que o mundo ganhou um de seus chefes mais prestigiados, por sua curiosidade, destreza e marca de inovação.
De volta ao Brasil, Atala fez encantos na cozinha de vários restaurantes de renome, até que em 1999 nos presenteou com a joia da coroa: o restaurante D.O.M. (acrônimo de Deo Optimo Maximo, ou "Deus é ótimo e máximo"), cenário para suas mais ousadas criações e onde passou a inovar no uso das mais variadas possibilidades dos ingredientes brasileiros. Foi no D.O.M. que Atala mostrou que sua faceta de criador soma-se perfeitamente à de empresário. Eleito seis vezes como um dos 50 melhores do mundo pela incensada publicação inglesa Restaurant Magazine, e tendo conquistado este ano a 7ª posição, o restaurante D.O.M. é sinônimo de excelência de serviços, gestão de equipe, criatividade e um binômio vencedor: dedicação e paixão.
Que o diga a rotina desse empresário gourmet. Aos 42 anos, nosso chefe, que foi o primeiro latino-americano convidado a dar aulas no Cordon Bleu de Paris, trabalha das 9h às 2h do dia seguinte, dividindo-se entre a gestão de um templo gastronômico e seu coração, a cozinha. “Somos como atletas profissionais. Precisamos de treinamento e de equipe”, declara esse multipremiado especialista nos prazeres da mesa, que ainda encontra tempo para maravilhar leitores e ouvintes das revistas e rádios para as quais contribui regularmente e prestigiar os mais importantes eventos gastronômicos internacionais.
Atala também é autor de três livros, dentre os quais Alex Atala - Por uma Gastronomia Brasileira (BEI editora, 2003); e a co-autoria de Com Unhas, Dentes e Cuca – Prática Culinária e Papo-Cabeça ao Alcance de Todos (Ed. SENAC, 2008). É também proprietário do restaurante Dalva e Dito, no qual trabalha o conceito da gastronomia afetiva e da alma brasileira.
A receita de criatividade, excelência em serviços e dedicação é um dos maiores aprendizados que Alex Atala trará à ExpoGestão.
FONTE: http://www.expogestao.com.br/pt/palestrantes/alex_atala.asp

A maior variedade de saladas você só encontra no Tio Patinhas...


















A maior variedade de saladas no seu almoço é só no Tio Patinhas, por um preço acessível você monta um prato saudável para você e para seus filhos. Ingredientes frescos e amor no preparo dão um toque especial ao nosso buffet, venha ter bons momentos...

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Fispal Food Service - Feira Internacional de Produtos e Serviços para a Alimentação Fora do Lar

fonte: site da Fispal: http://www.fispalfoodservice.com.br/#



Participe da mais completa feira de
alimentação fora do lar da América Latina.

Os principais decisores de compras do setor reunidos
em quatro dias de evento.

De 06 a 09 de junho de 2011, profissionais do setor de alimentação fora do lar do mundo inteiro vão se reunir em quatro dias de grandes negócios no Expo Center Norte, em São Paulo (SP). Referência no setor há 26 anos, a feira vai apresentar novidades em produtos, equipamentos e serviços para profissionais de restaurantes, bares, pizzarias, cafeterias, catering, buffets, hotéis, além de distribuidores e lojistas de todos os segmentos food service.
           
Com mais de mil expositores e de 60 mil visitantes do mundo inteiro, a Fispal Food Service é a oportunidade que empresas do setor têm de ficar frente a frente com os principais decisores de compras quem interessam ao seu negócio.

O público qualificado e segmentado é o grande diferencial da feira, que promove também eventos de qualificação profissional.

A Fispal Food Service acontece simultaneamente à Fispal Hotel, à TecnoSorvetes e à Fispal Café no Expo Center Norte. Essas feiras mais a Fispal Tecnologia, que acontece no mesmo período, mas no Anhembi, formam a Semana Internacional da Alimentação e Hospitalidade.

postado por Wilian Ferreira

Vinho chileno chega à Europa mais barato que ao Brasil; compare

1 de junho de 2011 | Sílvio Guedes Crespo
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Casillero del Diablo, do Chile, custa R$ 36 em SP e R$ 16 em Londres (foto: divulgação)

Os vinhos chilenos e argentinos chegam ao consumidor nos Estados Unidos e na Europa a um preço mais baixo do que no Brasil (veja tabela ao final deste texto).
Em alguns casos, a mesma garrafa em um supermercado de São Paulo custa o dobro ou até o triplo do preço praticado em lojas de Nova York, conforme mostra um levantamento feito pelo professor de economia Alcides Leite, da Trevisan Escola de Negócios, colaborador do blog Radar Econômico.
O chileno Casillero del Diablo com a uva Cabernet Sauvignon, por exemplo, é vendido por R$ 36,27 no supermercado Pão de Açúcar em São Paulo. Em Londres, a garrafa sai por R$ 15,76 na varejista Tesco, menos da metade; em Nova York, a Zackys vende por R$ 14,50.
Uma garrafa do argentino Los Cardos Cabernet Sauvignon custa R$ 11,27 ao consumidor de Nova York. Já para os paulistanos, a mesma mercadoria vinda da Argentina, um país vizinho e pertencente ao Mercosul, é vendida a R$ 32,90.
Importadores ouvidos pela reportagem apresentam dois grandes motivos para o alto preço do vinho: os impostos e a burocracia. Antoine Zahil, sócio-proprietário da Zahil Importadora, conta que a cascata de impostos sobre o vinho trazido do Mercosul equivalem a 80% do preço que ele paga. Isso ocorre porque a tarifa de importação para países da região é zero, mas há outros impostos como IPI, ICMS e PIS/Cofins.
Para vinhos de outros países, Zahil paga uma tarifa de importação de 27%. No total, os impostos são 115% do preço que ele paga sobre o produto. Nos EUA, os importadores pagam cerca de 9% sobre os vinhos importados.
“Se o governo federal e o estadual tirassem os impostos, eu reduziria o preço em 60%”, afirma o importador. “Um bom vinho que hoje custa R$ 50 ficaria em pouco mais de R$ 20”, acrescenta.
Burocracia
Para o vice-presidente de Vinhos da Associação Brasileira de Bebidas, Ciro Lilla, a lentidão do processo de importação também afeta o preço do produto. “Nos EUA, o importador pede um vinho chileno e já recebe um mês depois. Aqui, demora quase seis meses. Imagine o capital de giro que precisa ter para começar a vender só depois de seis meses”, afirma Lilla, que é proprietário da importadora Mistral.
O transporte demora menos de dois meses, mas o importador precisa esperar dois meses, segundo Lilla, para receber a licença de importação e outros dois para que o produto seja liberado na alfândega. Ainda, desde 1º de janeiro, existe a necessidade de colocar um selo de comprovação de pagamento de IPI em todas as garrafas, gerando mais um custo. Um contêiner carrega mil caixas, cada uma com 12 garrafas. “Precisa abrir caixa por caixa para colocar os selos em cada uma.”
Competitividade
O economista Paulo Rabello de Castro afirma que também a produção de vinhos nacionais encontra problemas devido às taxas. “Um produto só melhora a qualidade quando aumenta o volume de produção. O volume só aumenta se o preço for mais competitivo, e só chegaremos a isso com redução da carga tributária e melhora do câmbio”, afirma.
Por enquanto, os impostos e o câmbio faz com que o vinho nacional não consiga competir internacionalmente, inclusive com produtores pouco tradicionais, como África do Sul e Austrália, observa o economista.
Compare
Veja os preços de vinhos em diferentes cidades. Os valores estão sempre em reais e se referem a garrafas de 750 ml. Ao lado do nome da cidade, o do supermercado pesquisado.
Casillero del Diablo Cabernet Sauvignon (Chile)
Londres – Tesco15,76
Madri – Corte Inglês21,02
Nova Yorl – Zackys14,50
São Paulo – P.Açúcar36,27
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Terrazas de los Andes Cabernet Sauvignon (Argentina)
 Madri – Corte Inglês 30,68
 NY – Hollidaywine 16,11
 São Paulo – P .Açúcar 39,48
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Dona Paula Malbec (Argentina)
NY-MarketLiquor11,27
SP-P.Açúcar 33,16
.
Luigi Bosca Reserva Pinoir Noir (Argentina)
NY – MarketLiquor24,18
 São Paulo – P.Açúcar 85,49

Zona Azul Jaraguá em fase de apresentação!


As atendentes estão na rua mas, ainda não é para cobrar pelo estacionamento de seu carro, elas estão abordando os motoristas e, explicando como irá funcionar o sistema com os novos parquímetros digitais, a partir de hoje os motoristas terão 30 dias para tirar dúvidas, mês que vem é pra valer.

Wilian Ferreira

Acordo com governo leva restaurantes argentinos a esconder saleiros

fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2011/06/110601_saleiros_argentina_hipertensao_rw.shtml (BBC Brasil) por Vladimir Hernández Da BBC Mundo

Pesquisas ligam hipertensão ao consumo excessivo de sal
 O governo da Província de Buenos Aires, na Argentina, iniciou nesta semana um programa para eliminar os saleiros das mesas dos restaurantes.
O objetivo da medida, que é parte de um programa para o combate à hipertensão arterial, é conseguir uma redução no consumo de sal e com isso a redução dos riscos de doenças cardíacas entre a população.
Os especialistas afirmam que os clientes dos restaurantes têm o costume de colocar sal nos pratos sem sequer prová-los antes para saber se já não estão suficientemente salgados.
A nova norma vale apenas para os restaurantes da Província de Buenos Aires, que não inclui a cidade de Buenos Aires, capital do país.
As autoridades locais estimam que até 3,7 milhões dos 15,6 milhões habitantes da província sofram de hipertensão, que pode levar a derrames cerebrais ou problemas cardíacos.
“A intenção é reduzir o risco de hipertensão, enfermidade que afeta um terço da população argentina e que constitui um dos principais fatores que levam a doenças e mortes cardiovasculares”, explicou à BBC o secretário da Saúde da província, Alejandro Collia. “Por isso acreditamos que o Estado deve intervir”, disse.
Mortes
A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que a cada ano cerca de 12 milhões de pessoas morram por problemas cardíacos ou acidentes cardiovasculares, número muito maior do que o de fatalidades em decorrência da violência ou de acidentes de trânsito.
Segundo especialistas, a redução do consumo de sal pode ser chave para reduzir essas mortes. Um estudo argentino calculou que a redução de um grama de sal a cada cem gramas de pão consumido pode evitar 60 mil mortes em dez anos.
Em sua campanha contra o sal, o governo de Buenos Aires chegou a dois acordos – um com a associação argentina de restaurantes para eliminar os saleiros das mesas e outro com a federação da indústria panificadora para reduzir em 40% o sal colocado nas massas dos pães.
"Cada argentino consome em média 13 gramas de sal por dia, enquanto a recomendação da OMS é para consumir menos de 5. Se conseguirmos baixar o consumo diário na província em 3 gramas, evitaríamos cerca de 2 mil mortes ao ano”, diz Collia.
“Não é algo que vamos mudar de um dia para o outro, mas com os programas de conscientização faremos com que ocorra uma redução importante do consumo de sal”, afirmou.

Buffet de Sobremesas



Conheça o nosso buffet de sobremesas, almoçando no Tio Patinhas a sobremesa é cortesia!