quarta-feira, 27 de julho de 2011
terça-feira, 26 de julho de 2011
Garrafa de vinho branco é vendida por recorde de US$121 mil
LONDRES (Reuters Life!) - A venda de uma garrafa de vinho branco de 200 anos por 75 mil libras (121 mil dólares) estabeleceu o novo recorde mundial do livro Guinness como garrafa de vinho branco mais cara já vendida.
O comprador do vinho Château d'Yquem de 1811 foi o colecionador Christian Vanneque, ex-sommelier do restaurante La Tour d'Argent, laureado pelo Guia Michelin, em Paris.
Apesar de o Château d'Yquem ser famoso por estar entre os vinhos brancos doces mais finos e caros, o vinho de 1811 tem um apelo especial entre os entusiastas.
A climatologia daquele ano, as avaliações feitas em degustações, além da auspiciosa aparição do Grande Cometa naquele ano, todos indicam um excelente vinho.
"O vinho é muito especial -- está associado ao vinho branco mais renomado do mundo, e foi produzido no ano do Grande Cometa, que se acredita enaltece a qualidade do vinho", disse Vanneque à Reuters.
"É um vinho raro, que foi degustado em três ocasiões e a cada vez recebeu cinco de cinco estrelas", acrescentou.
"Não foi adquirido apenas como investimento -- também será um divertimento. Eu não sabia que era o vinho branco mais caro já vendido quando comprei, mas eu sabia que era o vinho mais caro pelo qual já paguei."
O alto índice de açúcar no Château d'Yquem significa que tem uma validade que supera em muito a de outros vinhos.
O vinho será exposto em uma vitrine à prova de balas, controlada térmica e hidrometicamente durante seis anos em seu restaurante, o SIP Sunset Grill, em Bali.
"Abrirei a garrafa daqui a seis anos para comemorar o 50o aniversário de quando comecei a trabalhar em Paris e compartilhar com minha esposa, irmãos e amigos. Eu já sei qual será o cardápio", disse Vanneque.
fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/arteelazer,garrafa-de-vinho-branco-e-vendida-por-recorde-de-us121-mil,750076,0.htm
Megan Mallen
O alto índice de açúcar no Château d'Yquem garante uma validade muito superior à de outros vinhos
Apesar de o Château d'Yquem ser famoso por estar entre os vinhos brancos doces mais finos e caros, o vinho de 1811 tem um apelo especial entre os entusiastas.
A climatologia daquele ano, as avaliações feitas em degustações, além da auspiciosa aparição do Grande Cometa naquele ano, todos indicam um excelente vinho.
"O vinho é muito especial -- está associado ao vinho branco mais renomado do mundo, e foi produzido no ano do Grande Cometa, que se acredita enaltece a qualidade do vinho", disse Vanneque à Reuters.
"É um vinho raro, que foi degustado em três ocasiões e a cada vez recebeu cinco de cinco estrelas", acrescentou.
"Não foi adquirido apenas como investimento -- também será um divertimento. Eu não sabia que era o vinho branco mais caro já vendido quando comprei, mas eu sabia que era o vinho mais caro pelo qual já paguei."
O alto índice de açúcar no Château d'Yquem significa que tem uma validade que supera em muito a de outros vinhos.
O vinho será exposto em uma vitrine à prova de balas, controlada térmica e hidrometicamente durante seis anos em seu restaurante, o SIP Sunset Grill, em Bali.
"Abrirei a garrafa daqui a seis anos para comemorar o 50o aniversário de quando comecei a trabalhar em Paris e compartilhar com minha esposa, irmãos e amigos. Eu já sei qual será o cardápio", disse Vanneque.
fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/arteelazer,garrafa-de-vinho-branco-e-vendida-por-recorde-de-us121-mil,750076,0.htm
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Cardápio Italiano no Tio Patinhas!
A culinária italiana, uma das mais apreciadas do mundo, é a fonte de inspiração do Tio Patinhas para o seu próximo cardápio especial. Nos almoços dos dias 16 e 17 de julho, o restaurante acrescenta como ingrediente especial no seu cardápio, deliciosos pratos típicos italianos, em homenagem ao ano da Itália no Brasil.
O cardápio traz ingredientes que remetem aos sabores clássicos da Itália, como as massas, queijos e molhos famosos, juntamente com um vinho é a perfeita combinação nesse inverno.
O cardápio traz ingredientes que remetem aos sabores clássicos da Itália, como as massas, queijos e molhos famosos, juntamente com um vinho é a perfeita combinação nesse inverno.
CONHEÇA O MORANGO ALBINO!
Parece brincadeira de criança, mas é verdade. A Waitrose, uma rede inglesa de lojas produtos alimentícios, irá comercializar nesta primavera uma frutinha que é a cara do morango, mas tem gosto e cheiro de abacaxi. Chamado de pineberry - mistura das palavras em inglês pineapple, que significa abacaxi, e strawberry, inglês para morango -, a fruta é da família do morango e estava quase em extinção até ser encontrada por agricultores holandeses há cerca de sete anos.
FONTE: http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Common/0,,EMI131869-16777,00-CONHECE+O+MORANGO+ALBINO.html
FONTE: http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Common/0,,EMI131869-16777,00-CONHECE+O+MORANGO+ALBINO.html
Vegetarianismo: gastronomia saudável e saborosa
|
Essa grande repercussão da cultura vegetariana se deve, principalmente, a difusão de informações sobre o tema e, também, às campanhas que incentivam o consumo de produtos naturais e orgânicos, como, por exemplo, a “Segunda-Feira Sem Carne”, lançada pelo ex-Beatle Paul McCartney, na Grã-Bretanha. Para o analista de mídias sociais Danilo Correia, de 27 anos, o vegetarianismo pode ser tratado como um projeto de vida. “Desde a adolescência vivi experiências com o vegetarianismo. Esse sempre foi o meu projeto de vida, mas vivendo com a família, carnívoros ao extremo, ficava difícil resistir e até mesmo ter autonomia suficiente para dizer não. Assim, desde que passei a viver sozinho encarei o desafio, não porque amo os animais e nem por erguer a bandeira do vegetarianismo como um ideal humanitário, mas simplesmente como um desafio pessoal visando uma vida mais saudável”, explica.
Mesmo com a abertura de um grande mercado, potencializado pelo interesse do público consumidor, as principais cidades brasileiras ainda sofrem com o déficit de empreendimentos gastronômicos que ofereçam opções diferenciadas para os vegetarianos. “É pertinente que nas maiores cidades do país existam mais estabelecimentos voltados para esse público, mas em geral, a única coisa que realmente afeta o mercado vegetariano são as grandes redes. Mesmo assim, no caso dos restaurantes direcionados aos vegetarianos, o custo costuma ser bem mais elevado. Ser vegetariano tem seu preço e são poucos os estabelecimentos que se propõem a atender só este público, e menos ainda os que conferem um preço justo, mesmo tratando-se de um público diferenciado”, lamenta Danilo.
Na capital paranaense, por exemplo, o Restaurante Manu (www.restaurantemanu.com.br), comandado pela premiada chef Manu Buffara, aposta em opções saudáveis, saborosas e que atendam o público vegetariano. Para a proprietária do empreendimento, a gastronomia vegetariana exige cuidados especiais. “A cozinha vegetariana ainda é um grande desafio para a maioria dos profissionais, pois engloba diversos fatores, entre eles a técnica; a escolha correta dos produtos; a criatividade para criar algo inusitado e surpreendente; e a sensibilidade para entender toda a expectativa desse cliente tão especial”, explica Manu.
Mesmo com todas as peculiaridades e com a grande divulgação dos benefícios gerados pelo vegetarianismo, entre eles o combate à obesidade e diversas outras doenças, a profissional acredita que o Brasil não está preparado para atender a demanda do público vegetariano. “Os empresários brasileiros, envolvidos com o segmento da gastronomia, devem valorizar mais essa importante parcela do mercado consumidor. São pouquíssimos os restaurantes que trabalham com pratos vegetarianos no cardápio. Para piorar, muitos dos empreendimentos que trabalham com essa opção acabam oferecendo pratos comuns e sem atrativos, desmotivando os clientes. Faltam criatividade e carinho na hora de atender esse público”, comenta.
Além de trabalhar com preparos criativos e saborosos, entre eles o “ovo pochet”, o “consome de cogumelos” e a “pupunha e suas salsas”; Manu Buffara aposta em produtos orgânicos para conquistar os vegetarianos. Para a chef, adotando esse conceito ela consegue mostrar o papel da alimentação como forma de interação direta e harmoniosa do homem com a natureza. Conhecida no Estado do Paraná como uma das pioneiras e maiores incentivadoras da utilização de orgânicos nos restaurantes paranaenses, a profissional acredita que os produtos isentos de agrotóxicos irão revolucionar a gastronomia brasileira. “Os alimentos orgânicos promovem o redescobrimento de uma gastronomia muito mais prazerosa, possibilitando um contato direto com a natureza e a descoberta de novos sabores aliados ao conhecimento da sua origem”, completa.
fonte: http://www.paranashop.com.br/colunas/colunas_n.php?id=23476&op=gastronomia
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Assinar:
Postagens (Atom)



